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Armada no mar e bandeiras na terra R$50.00
 Armada no mar e bandeiras na terra
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• ISBN / CÓDIGO DE BARRAS: 978-85-7926-037-7
• TÍTULO: Armada no mar e bandeiras na terra
• AUTORIA: Elcio Rogerio Secomandi
• TRADUÇÃO: Global Traduções e QLC – Quality Language Consulting
• ILUSTRAÇÕES - FOTOS: Acervo obtido pelo Autor, com autorizações e créditos concedidos.


• ASSUNTO: Patrimônio Histórico Brasileiro, Ciência Política, Fortificações e Arquitetura Militar
• FORMATO: 13 x 20 cm.
• MIOLO: Trilíngue (Português - Espanhol - Inglês) Impresso a quatro cores em papel couchê.
• CAPA: Quatro cores, com orelhas e laminação Fosca
• PESO: 320 gramas
• Nº PÁGINAS: 152
• ENCADERNAÇÃO: Brochura
• ÁREA: Literatura, História do Brasil Colônia, Turismo e Sociologia • TIPO DE LEITOR: Estudantes e professores de todas as áreas e graus, pesquisadores de ciências humanas, leitores ligados ao turismo histórico e fortificações militares.

SINOPSE

Elcio Rogerio Secomandi, Academia Santista de Letras, Cadeira 35 - Albertino Moreira
ARMADA no mar & BANDEIRAS na terra apresenta, de forma lúdica e coloquial, um breve relato histórico sobre a formação da nossa nacionalidade pela ótica dos navegantes portugueses singrando águas em mares bravios e dos bandeirantes, fincando estacas em terras “nunca dantes exploradas”.
O autor pautou o texto do livro na última estância (106) do primeiro Conto de - Luís de Camões, Os Lusíadas, 1572, maior poema épico da língua portuguesa:
“No mar tanta tormenta e tanto dano (...)
Na terra tanta guerra, tanto engano”
Foi assim, com tanta tormenta, tanto dano, tanta guerra, tanto engano, ou quase assim que eles; navegantes e bandeirantes, que eram tão poucos, ousaram romper o “cordão de Tordesilhas” para desbravar e nos entregar um país-continente: uma “ilha” chamada Brasil, cercada por mar e por 10 países de origem espanhola, inglesa, francesa e holandesa, com os quais convivemos harmoniosamente há mais de 140 anos.
E toda esta fantástica história de povoamento e conquistas territoriais começou na antiga Capitania de São Vicente, em 1532, quando aportou na baía de Santos a esquadra de Matim Afonso de Souza, composta por “fidalgos, militares de estirpe, soldados portugueses, mercenários italianos e franceses, bombardeiros, besteiros e espingardeiros” (HEB, V1, p 18).
Martim Afonso de Souza, “com o título de capitão-mor e carta régia que lhe outorgava a posse daquele território, a que foi dado o nome de Brasil”, no dia imediato à sua chegada ao acesso norte do estuário da baía de Santos, mandou iniciar a construção de um forte na barra de Bertioga, origem do primeiro forte real do Brasil, e de onde partiu Estácio de Sá, em 1565, para fundar a cidade do Rio de Janeiro que se encontrava ocupado pelos franceses.

Para aprofundar as conquistas territoriais portuguesas no “Novo Mundo”, Dom Sebastião criou as Bandeiras de Limites, instituídas em 10 de dezembro de 1570, pelo Regimento dos Capitães-mores e mais Capitães e Oficiais das Companhias de Gente de Cavalo e de Pé (HEB, V1, p. 23), como organização paramilitar, e tendo como objetivo de governo abrir diversos caminhos terrestres para a conquista, povoamento e exploração econômica do oeste bravio. Eram compostas por dez esquadras com vinte e cinco homens cada, reforçadas por mil ou mais índios e habitantes da terra. Verdadeiras “cidades em marcha” rumo ao “sertão” e muito além da linha mediática de Tordesilhas. Expandiu- se logo após a derrota da Invencível Armada espanhola (1588), em pleno período da união das coroas ibéricas (1580-1640). Prosseguiu durante a “febre do ouro”, na vertente de “entradas” para a caça aos índios e busca de minerais preciosos.
Com muitas mensagens simbólicas, iconográficas, coloridas e pouca prosa, o autor procurou colocar diante dos olhos dos leitores o admirável projeto arquitetônico-militar erguido ao longo do vasto perímetro da América de origem portuguesa, sob a forma de muralhas de pedras construídas para durar séculos. Com uma abordagem lúdica e coloquial Elcio Rogerio Secomandi procurou destacar ao menos dois componentes extremos do DNA de uma nação, os quais nos foram trazidos pelos navegantes e expandidos pelos bandeirantes: o idioma intangível e as fortalezas militares tangíveis, construídas ao longo de cinco séculos na Colônia, no Império e na República do Brasil para proteger as águas e as terras deste país-continente.


Este produto está em nosso catálogo desde quinta 31 outubro, 2013.


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